sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Cofrinho de porquinho confeccionado com pet.

Para a confecção desse porquinho eu uso preferencialmente garrafa de Coca-Cola de 2 litros, por serem transparentes e por terem 2 linhas que auxiliam no momento de cortar. Como visto logo acima cortar a garrafa usando como referência as duas linhas.

Quando trabalhamos com crianças podemos utilizar tinta guache e então devemos pintar a garrafa por dentro, onde depois de pronto não haverá contato com as mãos e a tinta não sairá. Deixe secar.

Encaixe as duas partes e passe fita larga transparente no ponto de união das partes.

 As orelhas, os olhos e focinho podem ser confeccionados em Eva ou papel, já o rabinho deve ser cortado uma tira fina de Eva, enrolar em uma caneta, esperar alguns minutos que o rabinho ficará ligeiramente enrolado. Os pezinhos devem ser feitos com tampinhas de garrafa. Esses acabamentos é bom que sejam colados com cola quente, por isso é muito importante a supervisão de um adulto. Marcado onde irão ficar os olhos, com o auxílio de um estilete fazer um orifício bem ao meio (deve ser feito por um adulto), que seja suficiente para passar uma moeda.

O porquinho está pronto e agora é só economizar um dinheirinho.....

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Projeto a arca de Noé






Acima ilustrações feitas para uma melhor compreensão dos alunos..... que ainda são pequenos e necessitam de associar imagem a história que está sendo contada para melhor absorve-la.


REFERENCIAL TEÓRICO
Na faixa etária de 4 à 5 anos de idade, as crianças encontram-se na fase do “realismo imaginário”, no qual para elas, a imitação representa a realidade; todas as coisas são vivas e dotadas de intenções e sentimentos; possuem uma capacidade de expressão verbal mais desenvolvida; possuem maior capacidade de concentração, sendo capazes de ouvir histórias por um tempo maior, bem como repetir a sequência delas.
Considerando essas caracteristicas, elas tem preferência pelos seguintes tipos de historias.
- Histórias da vida real, familiar e comunitária;
- Histórias acumulativas e de repetição;
- História de brinquedos, outros objetos e bichinhos.
Partindo dessas orientações selecionei a seguinte história:
“A Arca de Noé”.
Visando trabalhar com os alunos:
- Ética;
- Trabalho em grupo (socialização);
- Expressão verbal;
- Expressão corporal;
- Atenção;
- Visão;
- Audição;
- Raciocínio;
- Amor a natureza e ao próximo.

PLANOS DE AULAS
PLANO DE AULA 1 (4 HORAS)
Tema: A arca de Noé.
Idade: de 4 à 5 anos
Objetivo: Prender a atenção das crianças com a história, visando desenvolver, atenção, a percepção dos fatos ocorridos no decorrer da história, expressão verbal, expressão corporal e a importância de amar e respeitar o próximo e a natureza.
Conteúdo: Contar a história com cartaz ilustrado de pendurar no pescoço, desenho e música.
Metodologia: Contarei a história da Arca de Noé utilizando cartaz ilustrado com imagens mostradas com o decorrer da história, em seguida farei uma roda de conversa levantando questões a respeito da história, a importância de respeitar a natureza e o próximo e o amor de Deus.
Atividade: Cada criança vai fazer um desenho da Arca de Noé, em seguida pregaremos os desenhos na parede da sala
Música: Lá vem seu Noé.
Lá vem seu Noé
Comandando o batalhão
E o macaco vem sentado
Na corcunda do leão.
O gato faz miau
Miau, miau
O cachorro faz au, au
Au, au, au, au.
O peru faz glu, glu
O carneiro faz mé, mé
E o galo garnizé faz que, ré
Qué, qué, qué, qué.
Avaliação: Farei a avaliação observando, a atenção da criança durante o decorrer da história e sua participação no momento do desenho e música.
PLANO DE AULA 2 (4 HORAS)
Tema: Os animais
Idade: de 4 à 5 anos
Objetivo: Trabalhar a expressão verbal, a atenção, o raciocínio, movimento e o melhor conhecimento dos animais a importância de se respeitar a natureza e a sociedade.
Conteúdo: Roda de conversa e brincadeiras.
Metodologia: Primeiramente faremos uma roda, onde falarei:
“Cada animal criado por Deus. Do menor ao maior, do mais dócil, ao mais selvagem, todos têm importância, utilidade e valor.
Quando Deus disse a Noé o que iria fazer, deixou claro que um casal de cada espécie de animal deveria se salvo.
Quando terminassem as chuvas e Noé voltasse a pisar na terra, poderia contar com os animais para a sua sobrevivência.”
A partir desse comentário orientarei as crianças para uma conversa, sobre a importância de amar, respeitar todos os animais e a tudo que há na natureza.
Falar sobra a importância dos animais e da natureza para nossa sobrevivência.
Falaremos sobre alguns animais e suas utilidades, como:
- Quem tem roupa de lã?
- Qual animal nos fornece a lã?
- Quem gosta de leite?
- Que animal nos fornece leite?
- Quem gosta de ovo?
- Qual animal que nos fornece o ovo?
- Qual animal que nos fornece o mel?
- Qual o sabor do mel?
- De onde as abelhas tiram a matéria prima para fabricarem o mel?
- Quem já viu uma minhoca?
- Onde a minhoca mora?
- Quem tem um animalzinho em casa?
- Qual é o nome do seu animalzinho?
Cantiga: Cachorro
Cachorrinho está latindo
Lá no fundo do quintal.
Cala boca, cachorrinho,
Deixa meu benzinho entrar.
Ó tindolelê, Ó tindolelê lá lá
O tindolelê,
Não sou eu que caio lá.
Brincadeira: Coelhinho sai da toca.
As crianças devem formar duplas e vão se posicionar uma de frente para outra, de mãos dadas, formando as tocas. As tocas ficam espalhadas.
Em cada toca deve ficar uma criança, que será o coelhinho.
Um coelhinho fica sem toca.
Então darei o comando, coelhinho sai da toca, todos coelhinhos devem sair da sua toca e ir para outra.
Sempre ficará um coelhinho sem toca.
Fazendo um revezamento, as crianças que são as tocas viram coelhinhos e vice-versa.
Avaliação: Farei a avaliação por meio de observação, como participou da roda de conversa, da cantiga e da brincadeira se houve integração do grupo.
PLANO DE AULA 3 (4 HORAS)
Tema: Animais
Idade: 4 à 5 anos
Objetivo: Conhecer melhor os animais, coordenação motora, audição, trabalho em grupo e expressão verbal.
Conteúdo: trabalhando com recortes e colagem.
Metodologia: Primeiramente, farei uma roda de conversa, onde falaremos a respeito das características próprias de cada animal.
Cachorro: mamam quando pequenos, tem o corpo coberto de pelos é um animal doméstico.
Gato: mamam quando pequenos tem o corpo coberto de pelos é um animal doméstico.
Leão: mamam quando pequenos, tem o corpo coberto de pelos é um animal selvagem.
Onça: mamam quando pequenas, tem o corpo coberto por pelos é um animal selvagem.
Coruja: tem duas asas, bico, dois pés, corpo coberto por penas e tem hábitos noturnos.
Peixes: vivem na água, a maioria tem o corpo coberto por escamas e usam nadadeiras para se locomover.
- Se as crianças quiserem falar de outros animais, poderão ser citados no decorrer da aula.
Em seguida pedirei para que as crianças recortem de jornais e revistas animais domésticos e animais selvagens, e confeccionaremos um cartaz com animais selvagens e outro com animais domésticos.
Música: Meu pintinho amarelinho
Meu pintinho amarelinho,
cabe aqui na minha mão,
na minha mão.
Quando que comer bichinhos,
com seus pezinhos ele cisca o chão,
ele bate as asas,
ele faz piu, piu,
mas tem muito medo é do gavião.
Ele bate as asas,
ele faz piu, piu,
mas tem muito medo é do gavião.
Brincadeira: Mamãe Galinha
Uma criança de olhos vendados será a galinha, e o restante da turma os pintinhos.
Quando a galinha “cacarejar có, có, có,” os “pintinhos” terão que responder “piu, piu, piu.”
A galinha terá que encontrar os pintinhos pelo som dos pios, os pintinhos não poderão sair do lugar e o último pintinho a ser encontrado será a próxima galinha.
Avaliação: Avaliação será feita por observação, visando a integração do aluno e o grupo, visando seu interesse pela aula.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Um pouco sobre sexualidade como parte da costrução do conhecimento

“ A sexualidade faz parte de nossa conduta. Ela faz parte da liberdade em nosso usufruto deste mundo” (Michel Foucault).
A sexualidade faz parte do processo de desenvolvimento do ser humano, por isso a necessidade de se abordar esse assunto com os alunos, uma vez que dessa forma estaremos contruibuindo para a formação de pessoas consciêntes e responsáveis.
A família na maioria das vezes tem um grande temor ao abordar esse tema com as crianças, porém as mesmas necessitam de informações corretas a esse assunto, e daí o papel da escola, para auxiliar nesse processo.
"(...) E quem são, afinal os responsáveis por uma educação sexual que permita uma visão consciente da sexualidade (...) claro que os primeiros e principais responsáveis são os pais (...) E quem são os adultos que, pelo menos em tese, deveriam aliar-se aos pais nessa difícil tarefa de educar? Os professores, claro! " (Rosely Sayão)
Freud, foi o primeiro a estudar a sexualidade das crianças, e nos mostrar que nessa fase já existem instintos, e não somente é iniciada na puberdade, como todos estudiosos antes afirmavam.
Segundo Freud existem várias fazes da sexualidade. A escola por sua vez deve estar atenta e informada sobre essas fases da construção da sexualidade que nos fala Freud.
Ao observar, essas transformações nas crianças, professores não devem ficar apavorados, nem reprimi-los, deve-se permitir com cautela para que não haja excessos.
Para isso o professor deve estar sempre atento, reflexivo e sempre pesquisando sobre o assunto.
O corpo é a matriz da sexualidade pois segundo Freud desde muito sedo a criança já começa a despertar para a sexualidade, com suas curiosidades e etc, vejamos as fases que Freude cita:
A libido envolve do nascimento à puberdade, períodos de gradativa diferenciação sexual. A primeira fase é chamada de período inicial, onde a libido está direcionada para o próprio corpo, oral e analmente. A segunda fase, o período edipiano, que se caracteriza por uma fixação libidinal passageira entre os 4 e os 5 anos, também conhecida como "complexo de Édipo", pelo qual a libido, já dirigida aos objetos do mundo exterior, fixa a sua atenção no genitor do sexo oposto, num sentido evidentemente incestuoso. Por fim o período de latência, iniciado logo após a fase edipiana, só irá terminar com a puberdade, quando então a libido toma direção sexual definida.(retirado de www.culturabrasil.pro.br/freud.htm)
O porque de não reprimir? Pois a sexualidade também faz parte da construção do conhecimento de cada aluno, levando em conta que cada um irá ter o seu momento, alguns mais cedo outros bem mais tarde, isso também deve ser respeitado.
É necessario que quando um aluno tenha alguma curiosidade e faça uma pergunta ao seu professor, que esse educador não minta ou omita informações a essa criança, buscando conversar com ela de uma meneira adequada a sua idade e seu conhecimento empírico.
A vulnerabilidade é aqui entendida como o ‘conjunto de fatores de natureza biológica, epidemiológica, social e cultural cuja interação amplia aou reduz o risco aou a proteção de uma pessoa ou população frente a uma determinada doença, condição ou dano. A falta de acesso ou ações e serviços de saúde e educação é considerado um fator ‘programático” de ampliação de vulnerabilidade” (MS/CN-DST/AIDS). A vulnerabilidade pode agregar diversas dimensões: a individual, que se relaciona aos comportamento adotados pelo indivíduo e que pode favorecer oportunidade de se infectar, como por exemplo o não uso de preservativos, a social que implica questões econômicas e sociais que influenciam no aumento da violencia sexual, prostituição e tráfico de drogas; a institucional, que se relaciona á ausência de políticas públicas que tenham por objetivo controle da epidemia em populações e/ou localidades. (MINISTÉRIO DA SAÚDE).
A falta de informação correta pode acarretar em contágios, em discriminação sexual, violência sexual e gravidez indesejadas e ainda em prostituição e tráfico de crianças a prática da prostituição.
Portanto a informação e a revenção são as melhores alternativas, previnir é protejer.
Fizemos a mesma pergunta a duas professoras, ambas atuantes nos anos inciais do ensino fundamental em uma escola particular da zona central de Rondonópolis:
Qual a maior dificuladade em se falar de sexualidade com crianças da faixa etária que vocês trabalham?
A professora “D” respondeu que por mais que estejamos vivendo em um mundo mais aberto, a maior dificuldade ainda são os pais, pois alguns permitem informações em demasia para alguns e outros nenhuma informação simplismente não respondem as pergutas das crianças.
Quando todas estão em sala e surge algum questionamento, percebo que alguns sabem demais e outros ainda são muito inoscentes ou até mesmo tem informações mentirosas a respeito desse assunto.
Nesse momento procuro fazer um momento para conversarmos e esclarecer algumas dúvidas, tudo isso com muita cautela.
A professora “J”, respondeu que o que mais dificulta em relação a sexualidade, talvez seja as informações erradas que muitas crianças recebem em casa, como por exemplo, “a segonha”, isso traz muita confusão para a cabeça das crianças.
Tive ainda um aluno que certa vez, me perguntou porque o pai dele tem uma boneca grande de plástico e com a boca aberta e disse ainda que o nome de era Pithulla, foi muito difícil esclarecer algumas dúvidas daquela criança, e precisamos chamar seus pais na escola, o pai disse ainda que a criança por um descuido entrou no quarto no momento que a boneca esta ali e eles tentaram contornar, porém a criança acabou ficando mais confusa, então solicitamos uma psicologa especializada em crianças para nos auxiliar.
Alguns fatos que ocorrem em casa as crianças trazem para escola, por isso procuro sempre estar preparada para um momento desses, tenho algumas colegas que atuam em escolas na periferia e algumas delas me relatam que a realidade nesses locais é bem mais dura.
Perguntamos ainda como as professoras tratam com seus alunos sobre doenças sexualmente transmissiveis e a gravidez ainda na infância ou adolescência?
A professora “J”, respondeu que outro dia um de seus alunos chegou perguntando como que se pegava Aids, se essa doença era decorrente da poeira.
Tive que me sobresair e responder que não, que era transmissivel por contato direto de sangue, e fui explicando.
A respeito da gravidez na adolescência ou infância procuro mostrar a eles que isso é uma responsabilidade muito grande e que não é coisa para criança, que nenem, chora, fica doente, tem fome e é muito difícil de cuidar que não é uma boneca e sim uma vida. Com Frequência são feitas rodas de conversas onde procuro deixa-los o mais a vontade possível, para perguntarem sem medo e conto ainda com o auxílio da mídia que sempre divulga casos de meninas grávidas muito cedo, quando não tenho uma resposta para alguma pergunta, não os deixo assim sem saber, digo que vou pesquisar e que na próxima aula eu trago a resposta, e se prometo que vou trazer a resposta trago mesmo, não os deixo esperando.
A professora “D” respondeu: Procuro não mentir quando um aluno faz algum questionamento, por mais difícil que seja a resposta ou “pesada” para sua idade, procuro responder de forma leve, mas sem mentiras, o pior que podemos fazer com nossas crianças e contar a eles metiras sobre a sexualidade ou faze-los sentir vergonha disso, pois acabarão descobrindo tudo por si só e de maneiras muito difíceis e duras, que poderão mudar suas vidas para sempre.
Sobre a gravidez ainda na adolescência, temos vários recursos, até mesmo por parte da secretaria de saúde, porém devemos relacionar com cuidado oque iremos trabalhar por conta da idade das crianças, isso necessita muita cautela, pois não precisamos oprimir nossas crianças mas também devemos medir o que iremos usar, devemos mediar as infomações, para que cheguem aos nossos alunos de forma que não seja traumático.
Através dessas pesquisas de campo e bibliografica, ficou claro para nosso grupo o quanto é importante, conversar com as crianças sobre a sexualidade sem medos sem mentiras, mostrando que o caminho da preveção é o melhor a ser percorrido, aliando boas estratégias e um pouco de paciência e carinho, fica mais fácil tratar sobre esse assunto que até hoje ainda causa muitas polêmicas.
Muitas vezes a sexualidade é vista com vergonha e medo, sendo que é uma coisa tão natural ao homem, pois está presente desde o início de sua vida.
Referencias:
BRENNER, C. Noções básicas de Psicanálise: Introdução à Psicologia Psicanalítica.Rio de Janeiro:Imago.1987.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Noção espacial

Plano de aula 2: Noção espacial.
Objetivos: Interpretar informações provenientes de uma representação do bairro; Dar de instruções para comunicar a localização de lugares conhecidos; Criar itinerários;
Elaboração interpretação de referências espaciais
Idade: Educação Infantil.
Material: Cópias da página do Guia de ruas do bairro da escola (e do bairro onde os alunos moram), colados em um cartaz, onde todos possam manusear.
Desenvolvimento das atividades: Análise do mapa do bairro; Faça um levantamento coletivo de diferentes lugares conhecidos no bairro que os alunos considerem que estarão representados no mapa; Organize a turma em duplas e entregue uma cópia da página do Guia para cada uma. Solicite que localizem no plano, a escola, os locais levantados coletivamente pelo grupo, suas casas e o caminho que fazem para chegar até a escola.
Depois de encontrados os pontos, peça para que construam um trajeto da escola até um ponto de referência determinado. Discuta quais caminhos são mais práticos, decidir junto com o grupo o melhor caminho do ponto determinado até a escola, e coloca-lo no cartaz, para que fique em evidência.
Avaliação: observando se todos os alunos colaboraram para a resolução dos problemas sugeridos.

Referências:
Smole, Kátia Stocco
Coleção matemática de 0 à 6/ organizada por Kátia Stocco Smole, Maria Ignez Diniz e Patricia Cândido. Porto Alegre: Artmed, 2000. (resolução de problemas; v. 2).

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

O que fazer com o peru que sobrou?????

Uai.... Arroz de forno.... delicioso.... receita da mamãe

Ingrdientes:

Sobras de peru;
Purê de 5 batatas grandes;
Mussarela, umas 20 fatias;
1 lata de milho verde batido no liquidificador com 1 creme de leite;
1 maço de cebolinha verde;
Sobras de arroz, umas 3 xícaras;

Como preparar:

Desfiar o peru, cortar a cebolinha verde e misturar;
Forrar o fundo de uma assadeira com esse peru, desfiado e temperado com cebolinha verde;
Colocar uma camada de arroz;
Uma camada de mussarela;
Colocar o pure de batata (já preparado);
O creme feito com a mistura do milho verde e do creme de leite;
Outra camada de arroz;
E a última camada de mussarela, se preferir jogar um pouco de orégano em cima.
Levar ao forno em fogo baixo, até o queijo derreter.

E está pronto seu arroz maravilhoso de forno......

Matemática divertida....

Plano de Aula 1: Educação Física e matemática
Idade: Educação Infantil
Objetivos gerais:
Desenvolver coordenação motora e habilidades matemáticas
Objetivos específicos:
Estimular coordenação motora e lateralidade;
Trabalhar números em ordem crescente e decrescentes;
Desenvolver a concentração e percepção;
Identificar e nomear cores e formas geométricas;
Reconhecer números de 0 a 10.
Atividade: Amarelinha
Como toda brincadeira a amarelinha é uma atividade diária em todas as escolas, colocar esta atividades para as crianças vai ser uma atividade prazerosa e rotineira, mas com a ajuda da professora isso ficará mais interessante. Desenhe no chão amarelinha tradicional, só que as crianças terão que pular e contar ao mesmo tempo com a ajuda de todos, isso na forma crescente, quando todas as crianças tiverem pulado a amarelinha, recomece a brincadeira contando na forma decrescente.
Avaliação: Observar, se todos os alunos participaram e entenderam a brincadeira.

Artes para os pequenos

Plano de aula de artes para crianças de 5 anos
Tema: cores, formas.
Obejetivos: Explorar cores primarias e formas
Conteúdo: Exploração de formas, coordenação motora e confecção de tintas através das cores primarias.
Metodologia da ação pedagógica:
Primeiro momento: Iremos trabalhar com tinta guache e cartulinas, dividir o material com a turma e pedir para que façam rodízio dos mesmos, explicar para os alunos que determinadas cores unidas formam uma nova cor pedindo assim para que o façam, preenchendo assim círculos, retângulos, quadrados, previamente feitos com ajuda da professora.
Segundo momento: Fazer uma roda, conversar com os alunos, dando a cada um o momento de falar o que acharam da atividade, oque gostaram mais e apresentarem para o grupo sua arte. Em seguida expor todos as obras na parede da sala.
Avaliação: Avaliação através de observação, como cada um se comportou perante a atividade e se houve o entendimento da explicação dada previamente.
Bibliografia:
Montagnini, Rosely Cardoso
Ensino das artes e música: pedagogia / Rosely Cardoso Montagnini, Laura Célia Cabral Cava, Klésia Garcia Andrade. – São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009.
Artexpressaodevida.blogspot.com